O filme ilustra 3 situações
de personagens desconhecidos entre si: uma repórter que sobrevive a um tsunami
e que, aparentemente, é ajudada pelo namorado em sua recuperação do trauma; um
garoto cuja mãe é viciada em drogas e desencadeia uma situação de inversão de
papéis familiares com os filhos gêmeos; um trabalhador braçal que pretende
ficar afastado do dom que possui e é insistentemente pressionado pelo irmão a
ganhar dinheiro por meio da vidência.
Reforço que a indicação do
filme não se aproxima da questão de FÉ, e sim, figura como um convite à
reflexão diante das nossas próprias relações parentais. É claro que o filme
também proporcionará questionamentos existenciais, mas seria bom assisti-lo com
o intuito de se perceber:
1. Como se dão as relações parentais na sua
família.
2. Quem te apoia em suas experiências
pessoais.3. A quem você apoia em seu círculo de convivência.
4. Que intenções percebem nas ajudas que você recebe.
5. Que intenções depositam nas ações que direciona aos outros.
6. E uma provocação...Responda: o que é a VIDA?
Mande-nos seu ponto de vista!
Segue o trailler do filme:
Bom filme!
Marcelo Louvato Penna
Psicólogo e Arte Terapeuta
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